Gelado de pêssego

Ainda  agora estava a ler o comentário da Lenita ao meu post da pescada pescada na minha marmita e estava a pensar que preguiça é pouco, pelo lado que me toca!
Na verdade também tenho andado muito atarefada com o L de linfa e tenho descorado a cozinha, peço desculpa por isso. 
Mas... a Martha Stewart inspirou-me com este gelado que tem a vantagem de não ser necessário a máquina de gelado (nem de se mexer qdo ainda não está congelado)

Gelado de Pêssego

Fiz uma dose reduzida utilizei apenas:

  • 1 lata de leite condensado
  • 3 pêssegos médios/grande maduros



Preparação  
  1. descascar os pêssegos e retirar o caroço
  2. colocar os pêssegos numa liquidificadora e adicionar o leite condensado
  3. colocar a mistura num recipiente e levar ao congelador para solidicar
  4. saborear com prazer

Pescada na minha marmita

"Não sobrecarregue o hoje com os arrependimentos de ontem, nem o estrague com os problemas de amanhã." 
 Max Lucado


Desculpem, tenho estado ausente... poderia encontrar mil e uma desculpas mas não o irei fazer!

Ontem ao prepara a minha marmita decidi que tinha de fazer um esforço (eu estou a dizer esforço, não estou a dizer sacrifico) e fotografar a minha marmita de hoje, já que o cheirinho inundava as minhas narinas.

Hoje leve para o meu almoço, para além da salada e da frutinha, pescada no forno.

A receita não foi extraída dos meus muitos livros, preguicei e não me apeteceu!

mas com:
  • Pescada (duas postas, para que sobre para outra refeição)
  • batatas de olho de perdiz (três)
  • alho francês (apenas dois dedos da parte branca)
  • cebola (uma)
  • courgette (1/2)
  • azeite
  • 125ml de natas
  • sal
  • louro (uma folhinha)
fiz assim:
  1. Cortei em rodelas finas a cebola, a corgette, o alho e o alho francês. Juntei uma pitada de sal e azeite e levei ao lume até alourar
  2. Cozi a pescada, juntamente com as batatas e um pouco de sal
  3. Quando as batatas e a pescada já estavam cozidas escorri a água e parti as batatas em cubinhos. Libertei a pescada das espinhas.
  4. num tabuleiro coloquei as batas, a pescada em pedaços e, por cima o preparado resultante do ponto um
  5. reguei com o pacote de natas e levei ao forno
  6. o cheiro é delicioso...
Acho que a minha marmita via estar de chorar por mais (mas não posso... é que logo tenho Pilates Clinico e não convêm ir de barriguita cheia J J JJ J J




frango, na minha marmita





Frango, na minha marmita

Ando sem tempo para o que quer que seja por isso, ontem à noite, temperei uma perna de frango para poder levar amanhã na minha marmita. Aqui fica a forma como fiz e também o video que podem ver, acima.
Espero que gostem

ingredientes
  • 1 coxa de frango
  • 2 dentes de alho muito picado
  • 2 rodelas de limão
  • 1 raminho de salsa
  • 1 colher de sobremesa de mel
  • sal
  • pimenta
  • 1 colher de chá de margarina
  • 1 colher de sopa de azeite




preparação
  1. deixei temperado de um dia para o outro com: alho, limão, salsa, pimenta e sal
  2. coloquei no tacho, com a margarina e o azeite e deixei em lume muito baixinho (não tapei totalmente o tacho)
  3. quando estava quase pronto juntei o mel e deixei a apurar um pouco mais
acho que a minha marmita vai ser deliciosa, basta sentir o cheirinho!!

Bolo de abóbora da Belina

a ilha da Belina, vista pela sua câmara fotográfica

Quem conhece a Belina sabe que pode encontrar excelentes sugestões no seu blog.
Quando vi este bolo decidi de imediato que não poderia deixar de o saborear, mesmo não tendo Bimby e tendo decidido que não iria fazer a cobertura!

Fiz assim, o

Bolo de abóbora da Belina:


Ingredientes:

  • 300 g de abóbora menina sem casca e aos pedaços (ralei)
  • 200 g de maçã cortada aos quartos sem caroço (já com o bolo no forno, olhei para a bancada e...esqueci-me de colocar!!!)
  • 150 g de flocos de aveia
  • 100 g de passas de uva (amoleci em vinho do Porto)
  • 1 c. de chá de canela em pó
  • 1/2 c. de chá de nos moscada, moída
  • 1 pitada de cravinho em pó
  • 380 g de açúcar amarelo
  • 5 ovos
  • 150 g de óleo 
  • 200 g de farinha
  • 1 c. de chá de bicarbonato de sódio



Preparação
  1. misturar as gemas com o açúcar
  2. juntar o óleo e mexer
  3. acrescentar os restantes ingredientes mexendo bem
  4. bater as claras em castelo bem firme e adicionar
  5. levar ao forno e testar, com a técnica do palito se está pronto
Uma verdadeira maravilha, digo eu e todos o que o provaram!




Lasanha de vitela com cogumelos



Hoje a minha dona está um pouco atarefada e triste, por isso resolvi saltar para a cozinha e pensar o que deveria fazer para  a alegrar.
agarrei num pacote de lasanha e... resolvi ver a sugestão da embalagem... decidi de imediato que lhe faria uma Lasanha de vitela com cogumelos, tanto mais que havia todos os ingredientes cá por casa.

Fiquei muito contente porque ela saboreou o meu cozinhado, e sorriu quando lhe coloquei o video que os Sijben lhe tinham envido, afinal os amigos são para isso mesmo, para nos fazer sorrir quando estamos a necessitar.





Lasanha de Vitela com cogumelos

ingredientes
  • 250g de massa de lasanha
  • 650g de carne picada
  • 250g de cogumelos laminados
  • 2 dentes de alho picado
  • 100g de cebola picada
  • 80g de bacon picado 
  • 0,5dl de polpa de tomate
  • 0,5dl de azeite virgem
  • 0,5 dl de molho bechamel
  • qb sal
  • qb pimenta moida
preparação
  1. coloque o bacon em azeite quente e deixe cozinhar um pouco
  2. junte o alho, a cebola e a carne e deixe cozinhar.
  3. refresque com vinho branco, junte os cogumelos e a polpa de tomate e deixe apurar
  4. tempere com sal e pimenta
  5. disponha a lasanha em camadas alternadas, por esta ordem: massa, carne e molho bechamel (repita o processo terminando com a massa
  6. Polvilhe com queijo da ilha ralado
  7. leve ao forno em tabuleiro tapado (180ºC 50minutos)
  8. Pode-se perfumar com poejo, antes de servir, mas isso eu não fiz




Bacalhau à Conde da Guarda

Achei interessante este video, da cantora Boggie. Na verdade todos os dias somos forçados a ser belos, quando na verdade deveriamos ser motivados a estar gratos por sermos nós.




bacalhau à Conde da Guarda
inspirado na Vaqueiro

ingredientes (4 pessoas)

  • 400g de bacalhau
  • 600g de batatas
  • 200g de cebolas
  • 3 dentes de alho
  • 100g de margarina 
  • 2,5dl de natas
  • sal
  • pimemnta
  • 2 colheres de sopa de queijo ralado (como não tinha queijo ralado e tinha umas sementes de sésamo tostadas...utilizei as sementes!)

preparação

  1. Depois de demolhado, cozer o bacalhau, em água.
  2. Retirar a pele e a espinha
  3. Coza as batatas na água do bacalhau
  4. Pique a cebola finamente, bem como os alhos e leve ao lume a alourar, na margarina
  5. junte o bacalhau ao preparado no ponto 4 
  6. Faça opuuré de batata, onde vai adicionar as natas, sal, pimenta
  7. polvilhe o preparado com o queijo ralado (neste caso com as sementes de sésamo
  8. Deite o preparado num tabuleiro untado com margarina e leve ao forno


quadrados de limão, para o trabalho de grupo!

Hoje é dia de "trabalho de grupo" por isso resolvi fazer uns quadrados de limão, já há sempre tempo para um café.





Quadrados de limão
inspiração: acre e doce

Ingredientes:
5 ovos
120 g de açúcar
raspa e sumo de 1 limão
200 g de farinha para bolos
1 colher (de chá) de fermento para bolos 




Preparação:
Bater as gemas com o açúcar, até obter uma massa fofa e esbranquiçada. Misturar a raspa e o sumo de limão. Misturar a farinha e o fermento. Envolver as claras, batidas em castelo, com cuidado, sem bater.
Levar ao forno a 180 graus. Fazer o teste do palito para verificar a cozedura. Cobrir com a seguinte mistura:
Misturar bem 100 g de açúcar confeiteiro com três colheres de chá de sumo de limão. Se necessário, acrescentar mais sumo de limão, até obter a consistência desejada.
Cortar em quadrados e servir.





Pudim de abóbora

A Ceci, uma amiga minha, escreveu no FB um texto que só poderia compartilhar (será que lhe achei piada porque também os meus pais são primos?!)

Árvore Genealógica
Os meus Avós paternos eram primos direitos (isto talvez explique alguma coisa…não sei…). O casamento entre primos direitos era uma prática comum naquela época. Até aqui, nada de novo.
O meu problema surge, quando me deu para pensar…BIG MISTAKE!!!!
Ora se eles, os meus Avós, eram primos direitos, o meu Pai e o meu Tio eram primos dos pais e primos entre si…Curioso, pensei. E continuei…Então e os filhos do meu Pai, ou seja, eu e o meu irmão? Éramos primos dos nossos Avós, do nosso Tio e até, do nosso Pai. Bem, e por afinidade, da nossa Mãe…Grande confusão!!!
Então e isto faz de mim, prima do meu próprio irmão???? Xiiii!!!! Sou irmã, madrinha de casamento, comadre duas vezes (sou madrinha da minha sobrinha e ele do meu filho), amiga no facebook, que já é praticamente um grau de parentesco e também prima??? A coisa aqui começou a piorar.
Mas o que tornou um simples casamento entre primos direitos, num autêntico flagelo, foi quando me questionei: “E eu sou o quê a mim própria??? PRIMA????” Epa, essa NÃO!!!!
Se eu já tenho dias que não me aguento, imaginem suportar-me a mim e à outra???
Em jeito de conclusão, fica aqui um conselho: EVITEM O PENSAMENTO!!!
texto de Cecília Reis 

Pudim de abóbora
inspirada na receita de Isabel Araújo

Ingredientes 

500 g miolo de abóbora limpo (sem casca nem nada)
50g coco ralado
4 ovos
400 g açúcar
1 colh (sopa) maisena
50 g margarina
Pau de canela



Preparação 

1. Com 100 g açúcar, prepare o caramelo e unte com ele o interior da forma não pequena. Este pudim é muito rentável

2. Coza a abóbora em água com um pau de canela.
Depois retire o pau de canela, escorra muito bem a abóbora e passe-a pelo passe-vite, ou varinha mágica, para uma tigela.

3. Junte ao puré de abóbora a maisena, misturada com o açúcar e o coco ralado, e depois os ovos, e a margarina derretida.

4. Mexa muito bem, deite na forma caramelizada e leve a cozer em banho-maria, cerca de 45-50 minutos ou um pouco mais, se a forma for grande. De qualquer modo, verifique sempre se está cozido com um palito.

5. Depois de cozido, desenforme só depois de arrefecer.


um mimo da Ilídia e um bolo de alfarroba

Ainda não tinha tido oportunidade de partilhar convosco um mimo que recebi no meu aniversário e que gostei muito:

Recado aos Amigos Distantes 

Meus companheiros amados, 
não vos espero nem chamo: 
porque vou para outros lados. 
Mas é certo que vos amo. 

Nem sempre os que estão mais perto 
fazem melhor companhia. 
Mesmo com sol encoberto, 
todos sabem quando é dia. 

Pelo vosso campo imenso, 
vou cortando meus atalhos. 
Por vosso amor é que penso 
e me dou tantos trabalhos. 

Não condeneis, por enquanto, 
minha rebelde maneira. 
Para libertar-me tanto, 
fico vossa prisioneira. 

Por mais que longe pareça, 
ides na minha lembrança, 
ides na minha cabeça, 
valeis a minha Esperança. 

Cecília Meireles, in 'Poemas (1951)' 


Muitos parabéns, querida! 
Espero que tenhas tido um dia em grande! 
Um abraço da amiga da Terceira e outro do "little Spider" :)

Bolo  de Alfarroba
receita do: Portugal Connosco (receitas ao balcão)


ingredientes:
  • 6 ovos
  • 3 colheres de sopa de manteiga
  • 300g de açúcar
  • 1,5dl de leite
  • 5 colheres de sopa de farinha de trigo
  • fermento
  • 200g de coco ralado
  • 4 colheres de sopa de farinha de alfarroba
  • 1 cálice de anis
Preparação
  1. bater os ovos com o açúcar
  2. junte a manteiga e as farinhas, mexendo um pouco
  3. junte o leite e o coco
  4. leve ao forno num tabuleiro forrado com papel vegetal e untado e com margarana (eu fiz numa forma redonda)

Frango com bacon e vinho branco

Confesso que quero tapar os ouvidos perante os relatos das praxes, talvez porque passo todos os dias pelas faculdades e  sempre  me interroguei sobre a alegria em tais práticas, que se prolongam até quase a um fim do ano letivo!!

Tenho evitado ler, incomoda-me muito, mas cruzei-me com o texto de uma amiga, no FB; e pedi-lhe autorização para o publicar aqui. Ela, a Célia, deu um título ao seu clamor, eu sublinharia uma parte, desse mesmo texto: 

"...  tarde demais, também, para todos nós, se não percebermos que tipo de crianças estamos a criar, inteligentes, capazes intelectualmente, mas desprovidas de valores, amor pelos outro... ... ... Mais grave: estes jovens, por serem os mais capacitados academicamente, ocuparão um dia lugares de destaque e liderança, serão políticos, médicos, juízes, farão leis e tomarão medidas"(sic)

“Com um nó na garganta”

À medida que se vão conhecendo os detalhes da tragédia do Meco, vou confirmando a ideia de que nada é tão perigoso como a eficácia sem valores.
Uma boa parte dos estudantes que hoje frequentam as nossas universidades investem a fase final da sua adolescência (essa espécie de 2ª oportunidade que a vida nos dá) quase exclusivamente na sua formação académica, deteriorando e desvalorizando todas as outras, incentivados por uma sociedade que continua a ver um curso superior como o comprovativo de que tudo correu bem e que nada mais é preciso para se ser gente.
A mim, que tive o privilégio de tirar um curso numa época em que tal ainda era para uma minoria, a universidade deu-me algumas ferramentas que ajudaram a construir o meu percurso profissional; mas que pobreza de ser e estar tão grande, se lá tivesse chegado apenas com base em saberes livrescos e notas altas! E que maior miséria seria ainda se, ao sair, apenas tivesse acumulado saber sobre saber, sem perceber nada sobre o mundo, os outros e, sobretudo, sobre mim própria.
Os próximos dias trarão debates sem fim sobre a questão das praxes (quiçá um “Prós e Contras sobre o assunto); estou em crer que até as autoridades máximas dirão qualquer coisinha sobre o assunto. Como sempre, discutir-se-á o lado mais cómodo da coisa e também o mais fácil de resolver: o da forma; o que é razoável e o que não é. Tarde demais, para os jovens que morreram e as famílias para quem a vida nunca mais será a mesma, vítimas da dor inultrapassável de perder um filho. A morte assume apenas uma forma e nada tem de razoável. Mas tarde demais, também, para todos nós, se não percebermos que tipo de crianças estamos a criar, inteligentes, capazes intelectualmente, mas desprovidas de valores, amor pelos outros, bom senso, sentido de responsabilidade e consciência do seu lugar insubstituível na História. Mais grave: estes jovens, por serem os mais capacitados academicamente, ocuparão um dia lugares de destaque e liderança, serão políticos, médicos, juízes, farão leis e tomarão medidas. Quem aos 20 anos ainda não percebeu que há riscos que não se correm, dificilmente o fará 4 anos mais tarde, ao entrar no mercado de trabalho; e quem tira prazer do espetáculo da dor e humilhação alheias, tem problemas pessoais graves. O uso abusivo do poder é sempre sinal, ou de muita insegurança camuflada ou imbecilidade pura. Os grandes imbecis da História possuem sempre inteligência brilhante e capacidade de criar estratégias altamente eficazes para resolução dos problemas. Alguém quer ir por aí?
A mim, que tive o privilégio de tirar um curso numa época em que tal ainda era para uma minoria, a universidade deu-me algumas ferramentas que ajudaram a construir o meu percurso profissional; mas que pobreza de ser e estar tão grande, se lá tivesse chegado apenas com base em saberes livrescos e notas altas! E que maior miséria seria ainda se, ao sair, apenas tivesse acumulado saber sobre saber, sem perceber nada sobre o mundo, os outros e, sobretudo, sobre mim própria.
Os próximos dias trarão debates sem fim sobre a questão das praxes (quiçá um “Prós e Contras sobre o assunto); estou em crer que até as autoridades máximas dirão qualquer coisinha sobre o assunto. Como sempre, discutir-se-á o lado mais cómodo da coisa e também o mais fácil de resolver: o da forma; o que é razoável e o que não é. Tarde demais, para os jovens que morreram e as famílias para quem a vida nunca mais será a mesma, vítimas da dor inultrapassável de perder um filho. A morte assume apenas uma forma e nada tem de razoável. Mas tarde demais, também, para todos nós, se não percebermos que tipo de crianças estamos a criar, inteligentes, capazes intelectualmente, mas desprovidas de valores, amor pelos outros, bom senso, sentido de responsabilidade e consciência do seu lugar insubstituível na História. Mais grave: estes jovens, por serem os mais capacitados academicamente, ocuparão um dia lugares de destaque e liderança, serão políticos, médicos, juízes, farão leis e tomarão medidas. Quem aos 20 anos ainda não percebeu que há riscos que não se correm, dificilmente o fará 4 anos mais tarde, ao entrar no mercado de trabalho; e quem tira prazer do espetáculo da dor e humilhação alheias, tem problemas pessoais graves. O uso abusivo do poder é sempre sinal, ou de muita insegurança camuflada ou imbecilidade pura. Os grandes imbecis da História possuem sempre inteligência brilhante e capacidade de criar estratégias altamente eficazes para resolução dos problemas. Alguém quer ir por aí?
Texto de Célia Costa

Frango com bacon e vinho branco
inspiração: Na cozinha com Nigella


ingredientes:
(4 pessoas)

  • 1 colher de chá de azeite de alho - utilizei azeite simples e juntei alho esmagado
  • 4 fatias de bacon entremeado
  • 4 escalopes de frango (+/-125g/cada)
  • 100 ml de vinho branco
preparação:
  1. Ponha o azeite numa frigideira e junte o bacon
  2. Frite o bacon até estar crocante e a frigideira a ficar com o molho. Retire o bacon para papel de alumínio, embrulhe-o e reserve durante algum tempo.
  3. Frite o frango durante dois minutos de cada lado, até não haver  sangue qdo cortar um pedaço. Certifique-se de que a frigideira está está quente para que os bifes fiquem dourados.
  4. Retire o frango para uma travessa e, rapidamente, parta o bacon que reservou para uma frigideira, junte o vinho, deixe ferver e por fim verta sobre os bifes de frango

Tarte de Alho Francês e Salmão

Hoje estou verdadeiramente zangada com o Mel... ...partiu-me uma terrina centenária!!!
E, embora já tivéssemos uma conversa MUITO séria, ainda estou aqui a deitar fumo.
Aceitei as suas desculpas mas estou rs rs rs rs rs rs rs



Valeu-me esta tarte para me alegrar um pouco...

tarte de alho francês e salmão
inspiração: sabor intenso



Ingredientes para 8 fatias:

  • 1 base de massa quebrada para tartes
  • 3 partes brancas de alho francês cortado em rodelas
  • 600g de filetes de salmão cortados em cubos
  • 60g de manteiga
  • 4 ovos
  • Meio litro de molho bechamel
  • Sal q.b.
  • Pimenta q.b.


Preparação

1. Tempere o salmão com sal e misture.

2. Num tacho, leve ao lume metade da manteiga. Quando estiver derretida, junte o alho francês.
Mexa e deixe cozinhar em lume moderado durante 10 minutos.

3. Numa frigideira, leve ao lume a restante manteiga e deixe aquecer. Junte os cubinhos de salmão e mexa.
Deixe apenas ganhar um pouco de cor e apague o lume.

4. Numa tarteira com fundo amovível, estenda a massa. Com a ajuda de escumadeira, coloque o salmão por cima da massa. Por cima do salmão, espalhe o alho francês.

5. Numa tigela, junte o molho bechamel com os ovos. Tempere com um pouco de sal e pimenta.
Bata tudo muito bem com uma vara de arames.
Espalhe por cima da tarte.

6. Leve a tarte ao forno pré-aquecido nos 170º durante 35 minutos, até ficar loirinha. Depois de cozida e desenformada está pronta a servir.

gratinado de batatas e cogumelos

Sorriu para mim e, da fila da frente, voltou-se para me entregar um marcador, contendo palavras de incentivo. Retribui o sorriso e, passado uns breves momentos, toquei-lhe no ombro mostrando-lhe um leque que tinha feito com todos os marcadores que me tinha oferecido, até aquele momento.
Não conseguimos reter uma risada... é assim a Paula, gosta de mimar todos os amigos.
Ontem, pela manhã, tinha um mail seu com uma poesia que a tinha tocado:

HÁ UM DEUS EM TUA VIDA
Myrtes Mathias

Quando te vejo tão acomodado ao mundo
que te cerca,
como a água tomando a forma do vaso
que a contém,
eu me lembro de um Rei coroado de espinhos,
arrastando uma cruz pelos caminhos,
pelas ruas de Jerusalém.

Quando te vejo tão preocupado com rótulos
e comodidades,
tão desejoso de aparecer,
eu me lembro de um jovem-Deus perdido no deserto,
onde só feras e anjos O podiam ver.

Um jovem-Deus que te entregou um dia
o privilégio da Grande Comissão,
o Qual negas com tua covardia,
sucumbindo a promessas
que te falam à carne e ao coração.

Quando te vejo tão ocupado em construir
celeiros,
ajuntando fortunas que o ladrão pode roubar,
eu me lembro de um Deus caído sob tuas culpas
sem o conforto de uma pedra para repousar.

Quando te vejo conivente com aquilo
que Ele aborrece,
ao ponto de ocultar a Herança que Ele te legou,
pergunto: Seria falsa a promessa que fizeste
ou o amor que tu Lhe tinhas era pouco
e se acabou?

Onde está teu grito de protesto,
que já não escuto?
Tua atitude de inconformação?
Será que te esqueceste do santo compromisso
ou te parece pouco o privilégio da tua missão?

Por que tremes diante do mundo,
temendo por valores que só servem aqui?
Será que Cristo te escolheu em vão
ou será que já não existe um Deus
dentro de ti?

Tu estás no mundo, mas não és do mundo.
Não escolheste – foste escolhido.
Por que te encolhes ao ponto
de seres grande pelo padrão dos homens,
comprometendo tua autoridade
de condenar um mundo corrompido?

Foste escolhido para uma missão tão grande
que nem a anjos foi dada a executar:
não te assustem ameaças,
não te seduzam promessas,
numa obra eterna, é melhor morrer do que negar.

Lembra-te que há um Deus em tua vida
que os teus atos devem glorificar


Gratinado de batatas e cogumelos
inspiração: na cozinha com Nigella




ingredientes
  •  3 batatas para assar (tamanho médio) - +/- 750g
  • 350 ml de leite gordo
  • 3 colheres de sopa de vinho branco
  • 2 colheres de sopa de manteiga
  • 2 colheres de chá de azeite de alho (juntei alho esmagado)
  • 250g de cogumelos finamente cortados
  • sal
  • pimenta
Preparação
  1. Pré aqueça o forno a 220ºC e unte uma taça de ir ao forno 
  2. corte as batatas finamente e junte o leite e o vinho branco, levando tudo ao lume, para ferver numa caçarola- Tempere com sal e pimenta a gosto e mexa ocasionalmente. Deixe ferver em lume brando enquanto prepara os cogumelos
  3. Aqueça a manteiga e o azeite numa frigideira, em lume médio-alto. Junte os cogumelos e cozinhe, mexendo ocasionalmente até estarem macios
  4. Deite os cogumelos e os sucos amanteigados na caçarola e coloque tudo no prato de gratinar.
  5. Leve ao forno
Nota este gratinado é bom para acompanhar frango, pode gratinar ao mesmo tempo que faz o frango (por exemplo)




Bolo de courgette - e outros equívocos!

Hoje abri o computador e o Daniel, um amigo meu, tinha transcrito o seguinte:

"Por exemplo, as pessoas que se enamoram tendem a prometer irrazoabilidades porque, ainda que inconscientemente, reconhecem umas nas outras a origem de uma alegria que vai além da mera constatação. Quando os amantes deixarem de usar as conjugações dos verbos no futuro o mundo será um lugar sem ele. Teremos namorados lúcidos, que não arriscam cenários que não tenham a certeza de poder cumprir, mas igualmente desprovidos de sentimento"

esta citação é do livro de Tiago Cavaco, também um blogger.

Houve algo que o Tiago disse nesta entrevista concedida à RTP 1, abaixo, que também me cativou: o prefácio do livro é da autoria da mulher, Ana Rute Cavaco. Esta afirmação proferida pelo autor do "Felizes para sempre e outros equívocos do casamento" deu, sem sombra de dúvida, uma outra credibilidade ao livro.



Bolo de courgettte

inspiração: os bolos da Julie 

ingredientes
  • 20g manteiga sem sal
  • 3 ovos
  • 180 ml de óleo
  • 300g de açúcar
  • 1 colher de chá de extrato de baunilha
  • 235g de courgette crua e ralada com casca
  • 120g de farinha
  • 2 colheres de chá de bicarbonato de sódio
  • 2g de fermento em pó
  • 1 c de chá de sal
  • 1 colher de chá de canela em pó
  • 1 colher de chá de cravinho moído
  • 115g de nozes picadas


Preparação
  1. Pré aqueça o forno a 175ºC
  2. Unte com manteiga e polvilhe com farinha uma forma de bolo inglês de 13x23cm 
  3. Bata a manteiga até ficar cremosa.
  4. Adicione os ovos, o óleo, o açúcar e o extracto de baunilha : Misture até ter um aspecto cremoso.
  5. Com uma colher de pau envolva a courgette ralada na mistura. 
  6. Peneire e adicione os ingridientes secos, mexendo bem.
  7. Adicione as noxes e envolva
  8. Coloque numa forma previante untada
  9. Deixe cozer durante 1h 15m e faça o teste do palito (se o palito se sair seco, está pronto)
Bom apetite J

Pasteis de Bacalhau à moda da D Alda

"Dia de chuva na cidade, triste como não haver liberdade"
 José Gomes Ferreira 


Nada como a receita dos pasteis  da D Alda para nos sentirmos felizes e livres...

Pasteis de bacalhau




Ingredientes:

250 g de bacalhau demolhado;
200 g de batatas;
 ½ cebola;
1 colher de sopa de salsa;
3 a 4 ovos;
sal;
óleo para fritar
(o número de ovos depende do seu tamanho e da qualidade da batata)

Preparação:

Cozem-se as batatas com a casca, descascam-se e reduzem-se a puré no passe-- vite fino (eu utilizei o processador de alimentos). Coze-se o bacalhau, escorre-se, limpa-se de peles e espinhas e esfrega-se muito bem num pano limpo e grosso, até ficar completamente desfeito em fios.
Numa tigela, junta-se o puré de batata, o bacalhau, a cebola e a salsa picadas finamente, e rectifica-se o tempero de sal, se achar conveniente. Juntam-se os ovos inteiros, um a um, mexendo completamente a massa até se obter uma massa com consistência ideal.

Moldam-se os pastéis com a ajuda de duas colheres de sopa e fritam-se em óleo abundante e bem quente.


Tarte de cogumelos com coentros

Eunice Munoz recita Eugénio de Andrade


tarte de cogumelos e coentros


ingredientes

uma base de massa quebrada
coentros a gosto
1 cebola
cogumelos frescos fateados
4 ovos
200ml de natas frescas
sal
azeite

preparação

cobrir a forma com a massa quebrada e picar a massa com um garfo.

Num tacho colocar um pouco de azeite e entalar a cebola cortada em finas meias luas. Juntar os cogumelos, fatiados e deixar cozinhar ligeiramente.
Retirar o preparado do lume, juntar os ovos batidos com as natas, sal e coentros. Colocar o preparado dentro da forma, previamente forrada com a massa quebrada e levar ao forno.
Cortar em fatias e levar, por exemplo, na marmita com uma salada a acompanhar

Paracuca

"O meu objectivo é fotografar a Ponte Vasco da Gama de todos os ângulos e a todas as horas" - foi esta a declaração apaixonada que a Gaby fez perante o grupo e que nos levou a estabelecermos de imediato uma boa empatia por ela.
Mais tarde, num outro encontro, a Isabel pediu-lhe ansiosamente:
fotografado por Gaby

- "Leva-nos, outra vez, a comprar os amendoins"

Fiquei intrigada com o pedido, não tinha estado na outra altura com o grupo. Mas o pedido da Isabel soou a apelo e o seu sorriso simpático não me deixou dúvidas que uma experiência interessante poderia estar a surgir.
Com aquela descontracção e determinação de quem tem raízes em Moçambique, a Gaby levou-nos até "ao mercado"...
Cada um de nós saltitou de entusiasmo e comprou um saquinho de amendoins. O meu saquinho permaneceu intacto, até hoje - a experiência tinha sido muito interessante portanto aqueles amendoins torrados ao sol teriam de ter um destino especial.

Pensei  fazer inúmeras receitas com estes amendoins, confesso. Mas, como sabem, ando um pouco arredada da cozinha.


Nesta época natalícia torna-se obrigatório estarmos, uma vez mais, com os nosso amigos e foi a Fernanda que, ao presentear-nos  com paracuca deu-me uma  ideia .

- Paracuca!!! o que é isso??!! - perguntámos todas, enquanto tínhamos o nosso "marmitanço" de Natal
- Paracuca é feito com jinguba!- respondeu-nos com o seu ar sempre calmo, selecto, mas ao mesmo tempo travesso.

A risada foi geral e continha a ignorância de quem não entendeu a explicação.

- É um aperitivo de Angola, a minha terra natal - esclareceu calmamente a Fernanda .

Hoje, ao pensar que presente havia de dar a um amigo meu, que tem muitas saudades de África, coloquei em prática a receita da Fernanda e fiz Paracuca JJ

Aqui fica a receita, tal e qual a Fernanda me deu (o resultado é que não foi aprovado pela amiga mas se forem aqui terão a aparência genuína JJ

Paracuca


"
2 medidas de jinguba (amendoim) com película
1 medida de açúcar
1/2 medida de água

Forrar um tabuleiro com papel vegetal e reservar;
Juntar o açúcar e a água  num tacho. Mexer para dissolver.
Acrescentar a jinguba.
Levar a lume brando sem mexer com colher.
Ir abanando o tacho de quando em quando.
Quando o açúcar começar a "prender" e a ficar areado, soltar do tacho com a colher e deitar no tabuleiro forrado papel vegetal.
Deixar arrefecer destapado e completamente antes de embalar (senão a jinguba fica mole; eu costumo fazer à noite e só no dia seguinte é que embalo)."

a torta de bacalhau da Zita

Foi necessário o desafio da Moira para me estrear nas tortas salgadas, e assim ir até ao seu aniversário
A torta que escolhi saboreei-a talvez há três anos e desde aí tornou-se quase uma exigência que faço à Zita ...

Esta torta, que pode ser acompanhada de molho de tomate, fica muito bem nas mesas de aniversário e não menos bem numa marmita (... é assim que vai ser amanhã!)

Depois  da minha primeira torta doce aqui está a minha primeira torta salgada!



a torta de bacalhau da Zita



Ingredientes:

500 g de bacalhau
6 ovos
150 g de farinha
1 colher de chá de fermento em pó
5 dl de leite
1 cebola grande
0,5 dl de azeite
Sal q.b.



Preparação:
Coze-se o bacalhau em leite e deixa-se arrefecer um pouco. Escorre-se, reservando o leite e retira-se as peles e espinhas e desfia-se bastante bem. Num tacho, deita-se o azeite e a cebola picada finamente e deixa-se alourar levemente sobre lume brando. Acrescenta-se o bacalhau picadinho e mexe-se até estar bem envolvido.
Junta-se a pouco e pouco o leite onde cozeu o bacalhau, a farinha e mexe-se até obter um creme grosso, acrescentando mais algum leite, se necessário.
Retira-se do lume e deixa-se esfriar um pouco, adicionando cuidadosamente as gemas desfeitas e o fermento. Volta ao lume até engrossar.
Tira-se do lume; batem-se as claras em castelo e acrescentam-se à massa, rectificando-se o sal, se necessário.
Forra-se um tabuleiro com papel vegetal e unta-se bem com manteiga. Deita-se o preparado no tabuleiro e leva-se a cozer em forno médio até alourar (aproximadamente 45 m, mas convém ir espreitando o forno). Verifica-se se está cozido, espetando um palito que deve sair limpo.
Logo que esteja pronto, desenforma-se sobre um pano e enrola-se como se faz com as tortas e pode servir-se acompanhado com qualquer molho.

Sugestão da Zita: Fica bem com molho de tomate.


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