quadrados de limão, para o trabalho de grupo!

Hoje é dia de "trabalho de grupo" por isso resolvi fazer uns quadrados de limão, já há sempre tempo para um café.





Quadrados de limão
inspiração: acre e doce

Ingredientes:
5 ovos
120 g de açúcar
raspa e sumo de 1 limão
200 g de farinha para bolos
1 colher (de chá) de fermento para bolos 




Preparação:
Bater as gemas com o açúcar, até obter uma massa fofa e esbranquiçada. Misturar a raspa e o sumo de limão. Misturar a farinha e o fermento. Envolver as claras, batidas em castelo, com cuidado, sem bater.
Levar ao forno a 180 graus. Fazer o teste do palito para verificar a cozedura. Cobrir com a seguinte mistura:
Misturar bem 100 g de açúcar confeiteiro com três colheres de chá de sumo de limão. Se necessário, acrescentar mais sumo de limão, até obter a consistência desejada.
Cortar em quadrados e servir.





Pudim de abóbora

A Ceci, uma amiga minha, escreveu no FB um texto que só poderia compartilhar (será que lhe achei piada porque também os meus pais são primos?!)

Árvore Genealógica
Os meus Avós paternos eram primos direitos (isto talvez explique alguma coisa…não sei…). O casamento entre primos direitos era uma prática comum naquela época. Até aqui, nada de novo.
O meu problema surge, quando me deu para pensar…BIG MISTAKE!!!!
Ora se eles, os meus Avós, eram primos direitos, o meu Pai e o meu Tio eram primos dos pais e primos entre si…Curioso, pensei. E continuei…Então e os filhos do meu Pai, ou seja, eu e o meu irmão? Éramos primos dos nossos Avós, do nosso Tio e até, do nosso Pai. Bem, e por afinidade, da nossa Mãe…Grande confusão!!!
Então e isto faz de mim, prima do meu próprio irmão???? Xiiii!!!! Sou irmã, madrinha de casamento, comadre duas vezes (sou madrinha da minha sobrinha e ele do meu filho), amiga no facebook, que já é praticamente um grau de parentesco e também prima??? A coisa aqui começou a piorar.
Mas o que tornou um simples casamento entre primos direitos, num autêntico flagelo, foi quando me questionei: “E eu sou o quê a mim própria??? PRIMA????” Epa, essa NÃO!!!!
Se eu já tenho dias que não me aguento, imaginem suportar-me a mim e à outra???
Em jeito de conclusão, fica aqui um conselho: EVITEM O PENSAMENTO!!!
texto de Cecília Reis 

Pudim de abóbora
inspirada na receita de Isabel Araújo

Ingredientes 

500 g miolo de abóbora limpo (sem casca nem nada)
50g coco ralado
4 ovos
400 g açúcar
1 colh (sopa) maisena
50 g margarina
Pau de canela



Preparação 

1. Com 100 g açúcar, prepare o caramelo e unte com ele o interior da forma não pequena. Este pudim é muito rentável

2. Coza a abóbora em água com um pau de canela.
Depois retire o pau de canela, escorra muito bem a abóbora e passe-a pelo passe-vite, ou varinha mágica, para uma tigela.

3. Junte ao puré de abóbora a maisena, misturada com o açúcar e o coco ralado, e depois os ovos, e a margarina derretida.

4. Mexa muito bem, deite na forma caramelizada e leve a cozer em banho-maria, cerca de 45-50 minutos ou um pouco mais, se a forma for grande. De qualquer modo, verifique sempre se está cozido com um palito.

5. Depois de cozido, desenforme só depois de arrefecer.


um mimo da Ilídia e um bolo de alfarroba

Ainda não tinha tido oportunidade de partilhar convosco um mimo que recebi no meu aniversário e que gostei muito:

Recado aos Amigos Distantes 

Meus companheiros amados, 
não vos espero nem chamo: 
porque vou para outros lados. 
Mas é certo que vos amo. 

Nem sempre os que estão mais perto 
fazem melhor companhia. 
Mesmo com sol encoberto, 
todos sabem quando é dia. 

Pelo vosso campo imenso, 
vou cortando meus atalhos. 
Por vosso amor é que penso 
e me dou tantos trabalhos. 

Não condeneis, por enquanto, 
minha rebelde maneira. 
Para libertar-me tanto, 
fico vossa prisioneira. 

Por mais que longe pareça, 
ides na minha lembrança, 
ides na minha cabeça, 
valeis a minha Esperança. 

Cecília Meireles, in 'Poemas (1951)' 


Muitos parabéns, querida! 
Espero que tenhas tido um dia em grande! 
Um abraço da amiga da Terceira e outro do "little Spider" :)

Bolo  de Alfarroba
receita do: Portugal Connosco (receitas ao balcão)


ingredientes:
  • 6 ovos
  • 3 colheres de sopa de manteiga
  • 300g de açúcar
  • 1,5dl de leite
  • 5 colheres de sopa de farinha de trigo
  • fermento
  • 200g de coco ralado
  • 4 colheres de sopa de farinha de alfarroba
  • 1 cálice de anis
Preparação
  1. bater os ovos com o açúcar
  2. junte a manteiga e as farinhas, mexendo um pouco
  3. junte o leite e o coco
  4. leve ao forno num tabuleiro forrado com papel vegetal e untado e com margarana (eu fiz numa forma redonda)

Frango com bacon e vinho branco

Confesso que quero tapar os ouvidos perante os relatos das praxes, talvez porque passo todos os dias pelas faculdades e  sempre  me interroguei sobre a alegria em tais práticas, que se prolongam até quase a um fim do ano letivo!!

Tenho evitado ler, incomoda-me muito, mas cruzei-me com o texto de uma amiga, no FB; e pedi-lhe autorização para o publicar aqui. Ela, a Célia, deu um título ao seu clamor, eu sublinharia uma parte, desse mesmo texto: 

"...  tarde demais, também, para todos nós, se não percebermos que tipo de crianças estamos a criar, inteligentes, capazes intelectualmente, mas desprovidas de valores, amor pelos outro... ... ... Mais grave: estes jovens, por serem os mais capacitados academicamente, ocuparão um dia lugares de destaque e liderança, serão políticos, médicos, juízes, farão leis e tomarão medidas"(sic)

“Com um nó na garganta”

À medida que se vão conhecendo os detalhes da tragédia do Meco, vou confirmando a ideia de que nada é tão perigoso como a eficácia sem valores.
Uma boa parte dos estudantes que hoje frequentam as nossas universidades investem a fase final da sua adolescência (essa espécie de 2ª oportunidade que a vida nos dá) quase exclusivamente na sua formação académica, deteriorando e desvalorizando todas as outras, incentivados por uma sociedade que continua a ver um curso superior como o comprovativo de que tudo correu bem e que nada mais é preciso para se ser gente.
A mim, que tive o privilégio de tirar um curso numa época em que tal ainda era para uma minoria, a universidade deu-me algumas ferramentas que ajudaram a construir o meu percurso profissional; mas que pobreza de ser e estar tão grande, se lá tivesse chegado apenas com base em saberes livrescos e notas altas! E que maior miséria seria ainda se, ao sair, apenas tivesse acumulado saber sobre saber, sem perceber nada sobre o mundo, os outros e, sobretudo, sobre mim própria.
Os próximos dias trarão debates sem fim sobre a questão das praxes (quiçá um “Prós e Contras sobre o assunto); estou em crer que até as autoridades máximas dirão qualquer coisinha sobre o assunto. Como sempre, discutir-se-á o lado mais cómodo da coisa e também o mais fácil de resolver: o da forma; o que é razoável e o que não é. Tarde demais, para os jovens que morreram e as famílias para quem a vida nunca mais será a mesma, vítimas da dor inultrapassável de perder um filho. A morte assume apenas uma forma e nada tem de razoável. Mas tarde demais, também, para todos nós, se não percebermos que tipo de crianças estamos a criar, inteligentes, capazes intelectualmente, mas desprovidas de valores, amor pelos outros, bom senso, sentido de responsabilidade e consciência do seu lugar insubstituível na História. Mais grave: estes jovens, por serem os mais capacitados academicamente, ocuparão um dia lugares de destaque e liderança, serão políticos, médicos, juízes, farão leis e tomarão medidas. Quem aos 20 anos ainda não percebeu que há riscos que não se correm, dificilmente o fará 4 anos mais tarde, ao entrar no mercado de trabalho; e quem tira prazer do espetáculo da dor e humilhação alheias, tem problemas pessoais graves. O uso abusivo do poder é sempre sinal, ou de muita insegurança camuflada ou imbecilidade pura. Os grandes imbecis da História possuem sempre inteligência brilhante e capacidade de criar estratégias altamente eficazes para resolução dos problemas. Alguém quer ir por aí?
A mim, que tive o privilégio de tirar um curso numa época em que tal ainda era para uma minoria, a universidade deu-me algumas ferramentas que ajudaram a construir o meu percurso profissional; mas que pobreza de ser e estar tão grande, se lá tivesse chegado apenas com base em saberes livrescos e notas altas! E que maior miséria seria ainda se, ao sair, apenas tivesse acumulado saber sobre saber, sem perceber nada sobre o mundo, os outros e, sobretudo, sobre mim própria.
Os próximos dias trarão debates sem fim sobre a questão das praxes (quiçá um “Prós e Contras sobre o assunto); estou em crer que até as autoridades máximas dirão qualquer coisinha sobre o assunto. Como sempre, discutir-se-á o lado mais cómodo da coisa e também o mais fácil de resolver: o da forma; o que é razoável e o que não é. Tarde demais, para os jovens que morreram e as famílias para quem a vida nunca mais será a mesma, vítimas da dor inultrapassável de perder um filho. A morte assume apenas uma forma e nada tem de razoável. Mas tarde demais, também, para todos nós, se não percebermos que tipo de crianças estamos a criar, inteligentes, capazes intelectualmente, mas desprovidas de valores, amor pelos outros, bom senso, sentido de responsabilidade e consciência do seu lugar insubstituível na História. Mais grave: estes jovens, por serem os mais capacitados academicamente, ocuparão um dia lugares de destaque e liderança, serão políticos, médicos, juízes, farão leis e tomarão medidas. Quem aos 20 anos ainda não percebeu que há riscos que não se correm, dificilmente o fará 4 anos mais tarde, ao entrar no mercado de trabalho; e quem tira prazer do espetáculo da dor e humilhação alheias, tem problemas pessoais graves. O uso abusivo do poder é sempre sinal, ou de muita insegurança camuflada ou imbecilidade pura. Os grandes imbecis da História possuem sempre inteligência brilhante e capacidade de criar estratégias altamente eficazes para resolução dos problemas. Alguém quer ir por aí?
Texto de Célia Costa

Frango com bacon e vinho branco
inspiração: Na cozinha com Nigella


ingredientes:
(4 pessoas)

  • 1 colher de chá de azeite de alho - utilizei azeite simples e juntei alho esmagado
  • 4 fatias de bacon entremeado
  • 4 escalopes de frango (+/-125g/cada)
  • 100 ml de vinho branco
preparação:
  1. Ponha o azeite numa frigideira e junte o bacon
  2. Frite o bacon até estar crocante e a frigideira a ficar com o molho. Retire o bacon para papel de alumínio, embrulhe-o e reserve durante algum tempo.
  3. Frite o frango durante dois minutos de cada lado, até não haver  sangue qdo cortar um pedaço. Certifique-se de que a frigideira está está quente para que os bifes fiquem dourados.
  4. Retire o frango para uma travessa e, rapidamente, parta o bacon que reservou para uma frigideira, junte o vinho, deixe ferver e por fim verta sobre os bifes de frango

Tarte de Alho Francês e Salmão

Hoje estou verdadeiramente zangada com o Mel... ...partiu-me uma terrina centenária!!!
E, embora já tivéssemos uma conversa MUITO séria, ainda estou aqui a deitar fumo.
Aceitei as suas desculpas mas estou rs rs rs rs rs rs rs



Valeu-me esta tarte para me alegrar um pouco...

tarte de alho francês e salmão
inspiração: sabor intenso



Ingredientes para 8 fatias:

  • 1 base de massa quebrada para tartes
  • 3 partes brancas de alho francês cortado em rodelas
  • 600g de filetes de salmão cortados em cubos
  • 60g de manteiga
  • 4 ovos
  • Meio litro de molho bechamel
  • Sal q.b.
  • Pimenta q.b.


Preparação

1. Tempere o salmão com sal e misture.

2. Num tacho, leve ao lume metade da manteiga. Quando estiver derretida, junte o alho francês.
Mexa e deixe cozinhar em lume moderado durante 10 minutos.

3. Numa frigideira, leve ao lume a restante manteiga e deixe aquecer. Junte os cubinhos de salmão e mexa.
Deixe apenas ganhar um pouco de cor e apague o lume.

4. Numa tarteira com fundo amovível, estenda a massa. Com a ajuda de escumadeira, coloque o salmão por cima da massa. Por cima do salmão, espalhe o alho francês.

5. Numa tigela, junte o molho bechamel com os ovos. Tempere com um pouco de sal e pimenta.
Bata tudo muito bem com uma vara de arames.
Espalhe por cima da tarte.

6. Leve a tarte ao forno pré-aquecido nos 170º durante 35 minutos, até ficar loirinha. Depois de cozida e desenformada está pronta a servir.

gratinado de batatas e cogumelos

Sorriu para mim e, da fila da frente, voltou-se para me entregar um marcador, contendo palavras de incentivo. Retribui o sorriso e, passado uns breves momentos, toquei-lhe no ombro mostrando-lhe um leque que tinha feito com todos os marcadores que me tinha oferecido, até aquele momento.
Não conseguimos reter uma risada... é assim a Paula, gosta de mimar todos os amigos.
Ontem, pela manhã, tinha um mail seu com uma poesia que a tinha tocado:

HÁ UM DEUS EM TUA VIDA
Myrtes Mathias

Quando te vejo tão acomodado ao mundo
que te cerca,
como a água tomando a forma do vaso
que a contém,
eu me lembro de um Rei coroado de espinhos,
arrastando uma cruz pelos caminhos,
pelas ruas de Jerusalém.

Quando te vejo tão preocupado com rótulos
e comodidades,
tão desejoso de aparecer,
eu me lembro de um jovem-Deus perdido no deserto,
onde só feras e anjos O podiam ver.

Um jovem-Deus que te entregou um dia
o privilégio da Grande Comissão,
o Qual negas com tua covardia,
sucumbindo a promessas
que te falam à carne e ao coração.

Quando te vejo tão ocupado em construir
celeiros,
ajuntando fortunas que o ladrão pode roubar,
eu me lembro de um Deus caído sob tuas culpas
sem o conforto de uma pedra para repousar.

Quando te vejo conivente com aquilo
que Ele aborrece,
ao ponto de ocultar a Herança que Ele te legou,
pergunto: Seria falsa a promessa que fizeste
ou o amor que tu Lhe tinhas era pouco
e se acabou?

Onde está teu grito de protesto,
que já não escuto?
Tua atitude de inconformação?
Será que te esqueceste do santo compromisso
ou te parece pouco o privilégio da tua missão?

Por que tremes diante do mundo,
temendo por valores que só servem aqui?
Será que Cristo te escolheu em vão
ou será que já não existe um Deus
dentro de ti?

Tu estás no mundo, mas não és do mundo.
Não escolheste – foste escolhido.
Por que te encolhes ao ponto
de seres grande pelo padrão dos homens,
comprometendo tua autoridade
de condenar um mundo corrompido?

Foste escolhido para uma missão tão grande
que nem a anjos foi dada a executar:
não te assustem ameaças,
não te seduzam promessas,
numa obra eterna, é melhor morrer do que negar.

Lembra-te que há um Deus em tua vida
que os teus atos devem glorificar


Gratinado de batatas e cogumelos
inspiração: na cozinha com Nigella




ingredientes
  •  3 batatas para assar (tamanho médio) - +/- 750g
  • 350 ml de leite gordo
  • 3 colheres de sopa de vinho branco
  • 2 colheres de sopa de manteiga
  • 2 colheres de chá de azeite de alho (juntei alho esmagado)
  • 250g de cogumelos finamente cortados
  • sal
  • pimenta
Preparação
  1. Pré aqueça o forno a 220ºC e unte uma taça de ir ao forno 
  2. corte as batatas finamente e junte o leite e o vinho branco, levando tudo ao lume, para ferver numa caçarola- Tempere com sal e pimenta a gosto e mexa ocasionalmente. Deixe ferver em lume brando enquanto prepara os cogumelos
  3. Aqueça a manteiga e o azeite numa frigideira, em lume médio-alto. Junte os cogumelos e cozinhe, mexendo ocasionalmente até estarem macios
  4. Deite os cogumelos e os sucos amanteigados na caçarola e coloque tudo no prato de gratinar.
  5. Leve ao forno
Nota este gratinado é bom para acompanhar frango, pode gratinar ao mesmo tempo que faz o frango (por exemplo)




Bolo de courgette - e outros equívocos!

Hoje abri o computador e o Daniel, um amigo meu, tinha transcrito o seguinte:

"Por exemplo, as pessoas que se enamoram tendem a prometer irrazoabilidades porque, ainda que inconscientemente, reconhecem umas nas outras a origem de uma alegria que vai além da mera constatação. Quando os amantes deixarem de usar as conjugações dos verbos no futuro o mundo será um lugar sem ele. Teremos namorados lúcidos, que não arriscam cenários que não tenham a certeza de poder cumprir, mas igualmente desprovidos de sentimento"

esta citação é do livro de Tiago Cavaco, também um blogger.

Houve algo que o Tiago disse nesta entrevista concedida à RTP 1, abaixo, que também me cativou: o prefácio do livro é da autoria da mulher, Ana Rute Cavaco. Esta afirmação proferida pelo autor do "Felizes para sempre e outros equívocos do casamento" deu, sem sombra de dúvida, uma outra credibilidade ao livro.



Bolo de courgettte

inspiração: os bolos da Julie 

ingredientes
  • 20g manteiga sem sal
  • 3 ovos
  • 180 ml de óleo
  • 300g de açúcar
  • 1 colher de chá de extrato de baunilha
  • 235g de courgette crua e ralada com casca
  • 120g de farinha
  • 2 colheres de chá de bicarbonato de sódio
  • 2g de fermento em pó
  • 1 c de chá de sal
  • 1 colher de chá de canela em pó
  • 1 colher de chá de cravinho moído
  • 115g de nozes picadas


Preparação
  1. Pré aqueça o forno a 175ºC
  2. Unte com manteiga e polvilhe com farinha uma forma de bolo inglês de 13x23cm 
  3. Bata a manteiga até ficar cremosa.
  4. Adicione os ovos, o óleo, o açúcar e o extracto de baunilha : Misture até ter um aspecto cremoso.
  5. Com uma colher de pau envolva a courgette ralada na mistura. 
  6. Peneire e adicione os ingridientes secos, mexendo bem.
  7. Adicione as noxes e envolva
  8. Coloque numa forma previante untada
  9. Deixe cozer durante 1h 15m e faça o teste do palito (se o palito se sair seco, está pronto)
Bom apetite J
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