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a torta de bacalhau da Zita

Foi necessário o desafio da Moira para me estrear nas tortas salgadas, e assim ir até ao seu aniversário
A torta que escolhi saboreei-a talvez há três anos e desde aí tornou-se quase uma exigência que faço à Zita ...

Esta torta, que pode ser acompanhada de molho de tomate, fica muito bem nas mesas de aniversário e não menos bem numa marmita (... é assim que vai ser amanhã!)

Depois  da minha primeira torta doce aqui está a minha primeira torta salgada!



a torta de bacalhau da Zita



Ingredientes:

500 g de bacalhau
6 ovos
150 g de farinha
1 colher de chá de fermento em pó
5 dl de leite
1 cebola grande
0,5 dl de azeite
Sal q.b.



Preparação:
Coze-se o bacalhau em leite e deixa-se arrefecer um pouco. Escorre-se, reservando o leite e retira-se as peles e espinhas e desfia-se bastante bem. Num tacho, deita-se o azeite e a cebola picada finamente e deixa-se alourar levemente sobre lume brando. Acrescenta-se o bacalhau picadinho e mexe-se até estar bem envolvido.
Junta-se a pouco e pouco o leite onde cozeu o bacalhau, a farinha e mexe-se até obter um creme grosso, acrescentando mais algum leite, se necessário.
Retira-se do lume e deixa-se esfriar um pouco, adicionando cuidadosamente as gemas desfeitas e o fermento. Volta ao lume até engrossar.
Tira-se do lume; batem-se as claras em castelo e acrescentam-se à massa, rectificando-se o sal, se necessário.
Forra-se um tabuleiro com papel vegetal e unta-se bem com manteiga. Deita-se o preparado no tabuleiro e leva-se a cozer em forno médio até alourar (aproximadamente 45 m, mas convém ir espreitando o forno). Verifica-se se está cozido, espetando um palito que deve sair limpo.
Logo que esteja pronto, desenforma-se sobre um pano e enrola-se como se faz com as tortas e pode servir-se acompanhado com qualquer molho.

Sugestão da Zita: Fica bem com molho de tomate.


Piadinhas na Tea Party


A Manuela resolveu fazer uma festa de aniversário e festa, e qualquer festa tem de ter Piadinhas.
Foi por isso que fui buscar o Pantagruel e ao ver estas bolachas achei que seriam  as ideais para  o aniversário de alguém que adora bolachas

Piadinhas



ingredientes:

  • 300g farinha
  • 200g manteiga
  • 100g açúcar
  • 1 ovo
  • q.b. canela
preparação:

Amassa-se tudo muito bem e tende-se em bolinhas  que se cozem, em tabuleiros polvilhados com farinha, em forno quente.
À saída forno polvilham-se imediatamente com canela.



Bolachas rápidas de flocos de aveia

A Manuela voltou a desafiar-nos para fazermos bolachas. Fiquei contente e fui à prateleira ver os meus livros descobri um, abri-o e logo logo decidi qual a receita seria a estreia daquele livro.

Estas bolachas são uma verdadeira delicia, garanto, são, sem dúvida, uma experiência a repetir.

Enquanto pensava na introdução surgiu-me este  poema e fiquei com imensa vontade de o convidar para jantar, trazendo também assim um segundo convite/convidado.

Espero que desfrutem destes momentos

Diogo Infante  diz Sophia de Mello Breyner Andersen


Bolachas rápidas de flocos de aveia

tempo de cozedura: 12 minutos, por tabuleiro
quantidade: deu 30 bolachas (no livro dizia 36)

Como já referi tenho amigas dotadas. À Fernanda o meu muito obrigada
pela sua arte manual, que tornou este paninho único  J J

ingredientes
  • 125g de farinha sem fermento
  • 1/2 colher de bicabornato de sódio
  • 1/2 colher de chá de fermento em pó
  • 1/2 colher de chá de sal
  • 100g de açúcar mascavado escuro
  • 125g de açúcar granulado fino
  • 125g de manteiga sem sal
  • 1 ovo
  • 1 colher de chá de extracto de baunilha (ou essência)
  • 1 colher de sopa de leite
  • 1  colher de chá de raspa fina de casca de laranja
  • 160g de flocos de aveia
  • 125g de passas (utilizei sultanas)
Preparação
  1. Aqueça previamente o forno até 180ºC (posição 4 no forno a gás).
  2. forre dois tabuleiros de ir ao forno com papel vegetal
  3. peneire a farinha com o bicabornato de sódio, o fermento e o sal
  4. forme um creme, com o açúcar e a manteiga
  5. adicione o ovo a baunilha e o leite, batendo muito bem, até ficar uma massa lisa. Misture os elementos peneirados e mexa bem
  6. junte a raspa da laranja, os flocos de aveia e s passas (utilizei soltanas)
  7. Com uma colher de sopa, deite colheradas num tabuleiro (deixar cerca de 5cm entre a massa que coloca no candeeiro)
  8. Leve ao forno  durante +/- 12min.

receita do livro: Le Courdon Bleu - Receitas Caseiras - Biscoitos

Doce de abóbora com açaflor


Uma das qualidades que aprecio no Homem é a da palavra. 

Para mim, o compromisso que se tem em relação a outro, ou a uma situação, começa no momento do  selo, do aperto de mão, ou mesmo no momento em que, mentalmente, se decide. Por isto o meu sorriso alargou-se, ainda mais, quando, ao questionar sobre um dos conteúdo da minha caixinha surpresa, a Ilídia me esclareceu:
- Realmente, deduzo que não conheças o produto do frasco mais pequeno :). É açaflor. Prometi-te neste post que te enviava um bocadinho para experimentares. E eu sou uma mocinha cumpridora ;)
Confesso que já não me recordava do comentário naquele post, onde a autora revelava o quanto se tinha deleitado a ver crescer a açaflor, plantada pelo seu pai. E, onde nos confidenciava o seu espanto ao descobrir a sua apetência e gosto de "tirar" a açaflor, uma tarefa que, segundo ela, exige paciência e perícia.

Sim, se acaso tivesse dúvidas fiquei, naquele momento, com a plena certeza que a Ilídia era uma mulher de palavra.

A questão agora era mesmo descobrir o que fazer com um produto que a Ilídia costumava comprar em lojas gourmet e que, por este ter sido plantado pelo seu pai e colhido por ela, tornara único.

Lembrei-me do que ela me referiu no mail enviado:
"Eu gosto muito de açaflor e uma pequena pitada é o suficiente para embelezar e aromatizar um arroz, por exemplo. Sempre que vires numa receita açafrão, podes usar açaflor, que é bem melhor :)"
Coloquei o frasquinho na prateleira e fiquei a olhá-lo mostrando-o, como um troféu, a todos os amigos que passavam pela minha cozinha. Mas, sempre sem estar certa do que iria fazer com ele...

Um dia, acordei e reparei que o magnifico frasco de doce de abóbora e especiarias, que também vinha na minha  caixinha surpresa, tinha acabado! Foi aí que decidi fazer a minha primeira experiência com açaflor. 
Gostei tanto do resultado desta experiência que decidi, de imediato, ser este o presente de aniversário para duas amigas especiais, daquelas em que a palavra é apenas um dos atributos que selam e confirmam a amizade.





Doce de Abóbora com Açaflor

Ingredientes:
·        700g  abóbora
·         450g de açúcar
·         40g manteiga
·         40g farinha
·         q.b.  açaflor
·         q.b. nozes


Preparação:
1.       Coza a abóbora (eu fi-lo ao vapor, se assim não for escorra-a muito bem, para libertar o máximo do liquido)
2.      Reduza a abóbora a puré
3.       Num tacho, coloque o puré da abóbora e os restantes ingredientes
4.      Deixe cozinhar em lume brando, mexendo sempre até atingir o ponto estrada
5.       Adiciona-se a açaflor e as nozes
Nota: também pode-se adicionar amêndoas laminadas ou picadas. Ou uma mistura de especiarias (cravinho, alcaravia –  a que provei, proveniente dos Açores, foi com estas misturas de especiarias e estava deliciosooooo)

Bolo de courgette e nozes

Sete anos, já passaram sete anos!
Eu só que comecei a "folhear" o blog da Laranjinha talvez em 2008, 2009... lembro-me da sensação da descoberta: inicialmente foi a parte gráfica do blog que me prendeu a entrar, depois as receitas inesperadas, para mim, que me levavam a querer experimentar tudo. E, mais tarde, cativada pelo ar simpático que se sentia nas linhas que lia, conheci a autora do blog
Foi, um pouco, "empurrada" pela, agora, autora do livro "Cozinha para Dias Felizes" que criei este modesto cantinho é, também por isto, que não posso deixar de dar os meus alegres PARABÉNS à Isabel Zibaia Rafael pela sua caminhada que se sente estar a deixá-la feliz.
Para a festa trago um dos primeiros bolos que fiz e fotografei, o seu sabor e ingredientes despertaram toda a curiosidade nos familiares e amigos e o degustaram

Bolo de courgette e nozes






Ingredientes:
  • 3 ovos
  • 2 copos de açúcar
  • 1/2 copo de óleo
  • 1 colher de chá de essência de baunilha
  • 2 copos de courgette ralada com a pele (usei 2 courgettes)
  • 1 colher de chá de sal
  • 2 colheres de chá de bicarbonato de sódio
  • 1 colher de chá de fermento em pó
  • 2 copos de farinha
  • 2 colheres de chá de canela
  • 100 g de nozes raladas
  • 10 metades de nozes picadas grosseiramente
  • raspa de um limão
Preparação:

1. Bater os ovos com o açúcar. De seguida adicionar o óleo e a baunilha. Mexer bem.

2. Adicionar a courgette ralada, o sal, o bicabornato, a canela, o fermento em pó e a farinha.

3. Juntar ao preparado as nozes raladas. Mexer. Adicionar as nozes picadas e a raspa de limão.

4. Colocar o preparado num tabuleiro, previamente untado com margarina.

5. Levar a cozer ao forno.


Creme de courgette com coentros - para um aniversário

Como sabem não tenho estado muito por aqui... mas, não poderia deixar de participar no convite da Lena, tanto mais que ela foi muito gentil ao deixar-se conhecer no meu primeiro aniversário
O que fazer, sendo que este desafio  nos pede que o vinho seja um elemento importante?!
Foi o Mel, inicialmente um pouco envergonhado mas sempre com muito carinho, que resolveu pôr mãos à obra fazendo este creme para a menina que tem como sonho ter uma kitchenAid amarela!

Esperamos que gostesJ J




Creme de courgette com coentros





Ingredientes:

  • 1,350kg de courgettes
  • 1 cebola picada
  • 2 dentes de alho picados
  • 1dl de azeite
  • 1dl de vinho branco
  • 1Lde água ou de caldo de legumes
  • 1 raminho de coentros picados
  • sal

Preparação

1. Colocar numa panela a courgette cortada aos cubos, a cebola, os alhos, o azeite e o vinho branco. Levar ao lume e deixar refogar um pouco. 

2. Acrescentar a água e o sal a gosto. Tapar a panela e deixar acabar de cozinhar a courgette.

3. Triturar a base da sopa. Juntar um ramo de coentros picados e servir.

Este creme de courgette fica simplesmente delicioso. Os coentros ajudam a dar frescura. É importante que o vinho branco usado seja de qualidade.

esta receita foi tirada daqui


Tarte Arlequim

Depois de um dia onde as noticias nem sempre foram boas, chego a casa e a campainha da porta tocou três vezes! 
Sim, o carteiro toca sempre três vezes!!
E, de um estado de espírito muito morno, passo, rapidamente, para um ar de alegre curiosidade tentando descobrir o conteúdo daquele envelope proveniente do centro do país... ...
Encanta-me na blogesfera, e nas oportunidades que a vida nos dá, podermos ter o privilégio de nos cruzarmos com pessoas que têm um olhar atento sobre os outros, a Ginja é uma dessas pessoas. Foi a autora de Ananás e Hortelã que, com um inesperado gesto, espicaçou-me e levou-me, de mansinho,  a passear sobre  as sugestões do livro "O Pequeno Tesouro da Doçaria"

Eis aqui uma das receitas que foi levada à mesa ontem, um dia de festa especial, e que foi alvo dos bons elogios por parte de todos os presentes

Tarte Arlequim



ingredientes:

massa:

  • 200g de bolachas Maria ou "petit beure"
  • 80g de manteiga amolecida (utilizei manteiga sem sal)
recheio:
  • 1 lata de leite condensado
  • 1 limão 
  • 4 ovos
  • 2 claras (não utilizei)
Preparação:
  1. Utilizando o processador de alimento, esmaguei as bolachas com a manteiga, até obter uma massa.
  2. Moldei, com as mãos, a pasta/massa forrando uma forma de tarte, de fundo amovível.
  3. Bater o leite condensado com o sumo, a raspa do limão e as gemas .
  4. Bater as claras em castelo firme e envolver ao preparado anterior.
  5. Caso se pretenda (eu não fiz), bater mais duas claras em castelo e juntam-se, pouco a pouco, 2 colheres de sopa de açúcar, continuando a bater até formar picos e incorpora-se, também uma colher de sumo de limão.
  6. Coloca-se a preparação, 5, num saco pasteleiro e decora-se, a gosto, a tarte com o merengue
  7. Leva-se ao forno a cozer em forno quente (200ºC), cerca de 20 a 25 minutos.~
  8. Desenforma-se morna e serve-se fria (convém manter o fundo metálico)

Um creme delicioso que saboreei na Helena, ervilhas e funcho,

Sempre que passo no Sabores de Canela, e passo com frequência, fico ali, detida, no requinte da apresentação. As receitas adivinham-se deliciosas, as fotografias falam conosco e, na escrita miudinha impressa em fonte simples, pode-se sentir, arrisco, alguma timidez da autora.
Não consigo precisar quando "falei" pela primeira vez com a Helena, sei apenas que senti, como novata que sou nestas coisas, que a era uma pessoa disponível para, sem rodeios, partilhar os seus conhecimentos e isso deixou-me uma boa impressão, tanto mais que eu entendo, tenho como forma de vida, que conhecimento adquirido que não é partilhado não pode ser melhorado.
Um dia, depois de muitas referências aos seus dons como fotografa, desafiei a Helena a fazer um workshop, sabia-a a muitos Kms de distância por isso o meu desafio tinha uma concretização que decerto não seria exequível. No entanto, a Helena não esqueceu e quando agendou uma viagem ao nosso Portugal contactou-me para mostrar a sua disponibilidade para partilhar os conhecimentos na área da fotografia. Foi tão engraçado a primeira vez que nos vimos - via skype -, lembro-me sobretudo da facilidade com que comunicámos e isso deve-se, sem dúvida, à simplicidade da Helena, característica que, por norma, as pessoas que sabem bastante encerram.
Claro que, nesse primeiro contacto, apresentamos a nossa família de quatro patas e o Mel ficou deliciado por conhecer o seu amigo brasileiro, o Toró.
O dia do Workshop chegou!
E... ... foi tão bom conhecer as faces que estão por detrás dos blog's, parecíamos teenager´s espetando dedos na direção das faces!
- Helena, finalmente conheço-te pessoalmente!!! J
AliceGinjaSandraSandra! Que bom estarmos aqui e conhecermo-nos!J
Que pena a Maria e a Marta não terem conseguido vir!L
Foi talvez por esta empatia imediata, que aqui se pode adivinhar, que não foi difícil, depois do workshop de fotografia de comida, conspirarmos entre todas nós  e prepararmos uma surpresa a quem nos abriu, de uma forma imediata, simples, simpática, as suas portas. Sim, fomos todas, hoje, ao Sabores de Canela e estamos a partilhar convosco as nossas difíceis escolhas, a escolha de um menu preparado com carinho para a nossa anfitriã:
Obrigada Helena, por esta magnífica refeição.
E obrigada a cada uma de vós - Alice, Ginja, Maria, Marta, Sandra e Sandra - por termos estado juntas, lado a lado, nesta surpresa J

Creme de ervilhas com funcho



Helena, diz ao Toró que o Mel aprovou a tua sopa J

Ingredientes para 4

600 g de ervilhas
1/4 de bolbo de funcho
2 fatias de bacon
1 molho de coentros
sal
azeite

Preparação

Numa panela coloque as ervilhas, o funcho e o bacon. Cubra com água e deixe ferver cerca de 20 minutos.
Apague o lume e introduza os coentros, o sal e um fio de azeite. Triture tudo até obter um creme macio.
Retifique os temperos e a espessura do creme, acrescentando água se necessário.
Sirva quente ou frio. Pode adicionar  iogurte grego (ou natas) e sementes.

Queijo de cabra em azeite aromatizado, para os filhos da Maria

Acredito que tudo o que fazemos tem um efeito boomerang.


A Maria criou um blog com um objectivo muito preciso e é revestido do que há de mais importante nesta vida: Amor.
No seu primeiro aniversário, apesar dos momentos menos bons pelos quais está a passar, A Papitas convida-nos para a ajudarmos com algumas receitas, que não sejam complicadas, para os filhos confeccionarem. Os amigos estão cá para isso mesmo... ... pensei...
- entrada - uvas com queijo flamengo
- sopa - nem sempre temos o que uma receita dita mas podemos sempre ter uma sopa deliciosa 
- Carne - um frango que não me canso de repetir 
. peixe - a marmita é sempre importante, por isso pensei numa opçãp que dá para transportar ou não...salmão com legumes 
. sobremesa - nada mais simples que a mousse de limão  
 . Bolo para o café (ou para o pequeno almoço) só poderia ser mesmo o bolo de laranja
 - Bebida tinha de ser uma bem portuguesa - A ginjinha 
Mas tudo isto já estava publicado e os filhos da Maria merecem que eu pense um pouco  mais.
Foi então que me lembrei do telefonema da Eunice:
- Como é que fizeste aquilo?? Estava tão bom, tão bom, tão bom...

e aquilo era nem mais nem menos que a conserva de queijo de cabra em azeite aromatizado. Não sei onde os filhos da Maria estão mas, quer estejam por cá quer estejam numa outra cultura, conservar e saborear os nosso aromas é sempre muito bom (como enfatizou a amiga Eunice)


Queijo de cabra em Azeite Aromatizado


ingredientes
  • Queijo de cabra (utilizei Palhais)
  • alecrim
  • azeite
  • sementes de coentro
  • pimenta rosa
Preparação
  1. Aproveitar frasco de vidro e lavra muito bem, passar por água a ferver e deixar secar totalmente
  2. Cortar os queijo em quadradinhos colocar dentro do fraco
  3. juntar pimenta rosa, alecrim e semente de coentro
  4. cobrir, totalmente, com azeite e fechar o frasco (colocar de cabeça para baixo para criar vácuo)
  5. Consumir após um mês

Notas:
1 - esta receita foi inspirada numa que vi na Tertúlia dos Sabores (não consigo precisar qual o post, mas tenho a certeza que a ideia veio dali

2 - No facebook está aqui

Um sabor 2012 num frango com laranja e vinagre balsâmico

O Cinco Quartos de Laranja lançou-me mais um desafio e eu não poderia recusar.
Pensei nos ingredientes  do Sabor do Ano 2012 e o frango confeccionado por Sarah Carey foi a minha escolha. 
O engraçado é que também a Larajinha já tinha feito, a receita que levo amanhã na minha marmita!


Frango com laranja e vinagre Balsâmico




ingredientes


  • 4 Coxas de frango
  • sal
  • pimenta
  • 1 colher de sopa de azeite
  • 1 laranja cortada aos gomos (com casca)
  • 2 colheres de vinagre Balsâmico
Preparação


  1. Temperar o frango com sal e pimenta
  2. colocar uma frigideira ao lume com o azeite;
  3. Quando o azeite estiver quente colocar as coxas com a pele voltada para baixo
  4. Deixar tostar e depois retirar, escorrer o molho da frigideira
  5. Juntar os quartos de laranja à ingredientes da frigideira e colocar o frango com a pele para cima, levar ao lume por instante 
  6. Dar uma "entaladela", ainda na frigideira, e passar para o forno
  7. Quando concluído, mais ou menos 15minutos, retirar o frango para um prato.
  8. Levar o recipiente, que esteve no forno, ao lume, adiccionar duas colheres de vinagre balsâmico, ao molho que ficou na frigideira (se entenderem juntar mais um pouco de sumo de laranja e uma colher de cháa de margarina). Deixar reduzir
  9. Juntar o frango a este  molho e servir
Gostei MUITO

Nota 1: Está aqui  o resultado deste desafio
Nota 2: No Facebook está aqui

Morangos com mascrapone e iogurte grego, num jantar com mentes brilhantes


Os jantares da iniciativa da Ana têm sido desafios constantes e este , no Reino da Prússia, é sem dúvida, até agora, o mais desafiante para mim.
Confesso que a inteligência sempre me fascinou. Gosto de pessoas inteligentes, pessoas de inteligência saudável, sublinho. Agora a Sofia queria que eu convidasse para jantar mentes brilhantes, isso deixa-me ainda mais fascinada,mais caladinha, muito atenta, tentado beber uma parte dos seus conhecimentos e tentando descodificar o que vão relatando... 
Dei comigo a pensar:
Mentes brilhantes... Galileu GalileiIsaac NewtonAlbert EinsteinStephen HawkingVou ter mesmo de escolher um? E se eu os juntar à mesma mesa e os deixar a falar sobre... o Bosão de Higgs?? Não, isso não é muito honesto da minha parte. Vou convidá-los para jantar, sim. E até vou convidar o Peter, mas será um momento de plena descontracção... um momento de  saudável convívio.... espera... e se eu telefonasse ao Maestro Armand Diangienda e surpreendesse  todos com a actuação da orquestra que ele dirige em Kinshasa? Mistura estranha? Não, não me parece... é isso mesmo! Está decidido. 

Orchestre Symphonique Kimbanguiste


A sobremesa será muito simples, vi uma no blog da Selene, vai ser essa receita a minha fonte de inspiração.
... ...

Morangos com mascrapone e iogurte grego


ingredientes:
  • morangos
  • iogurte grego
  • mascrapone
  • folhas de hortelã 


Preparação:
  1. Lavar bem os morangos, enxugar e cortar em tiras
  2. misturar o iogurte com o mascrapone
  3. Numa tigela colocar a mistura, e os morangos por cima (em topo) e de seguida uma nova camada de iogurte com mascrapone
  4. enfeitar com hortelã.
Nota: Nestes jantares estiveram muitas mentes brilhantes, que são brilhantemente apresentadas pela Sofia

Gelado de chocolate negro, com sabor a limão



"Os Dias de Verão", 


Os dias de verão vastos como um reino

Cintilantes de areia e maré lisa

Os quartos apuram seu fresco de penumbra

Irmão do lírio e da concha é nosso corpo


Tempo é de repouso e festa
O instante é completo como um fruto
Irmão do universo é nosso corpo

O destino torna-se próximo e legível
Enquanto no terraço fitamos o alto enigma familiar dos astros
Que em sua imóvel mobilidade nos conduzem

Como se em tudo aflorasse eternidade

Justa é a forma do nosso corpo


(Ansiando pelos dias de Verão)


Gelado de chocolate negro, com sabor a limão

Do Baking, de Dorie Greenspan o Grupo Dorie às Sextas lançava mais um desafio, sob a tradução de Patrícia Vilela, uma das gestoras do Projecto. O desafio, que incluía a receita, referia o seguinte:

Creamy dark chocolate sorbet (p.431): 
O sol já tinha aparecido e as páginas dos gelados a chamar por mim! :) Vamos experimentar um sorvete com consistência de gelado? Vamos?!?...  1 chávena de leite
1 chávena de água
3/4 de chávena de açúcar
+/- 200g de chocolate meio amargo picado 
 Misturar todos os ingredientes numa caçarola de fundo grosso.Colocar a panela em lume médio e deixar ferver, mexendo sempre.Diminuir a temperatura e deixar ferver por 5 minutos, mexendo de vez em quando.
Despejar a mistura numa tigela refratária e levar ao frigorífico para gelar.Deitar a mistura numa sorveteira e proceder de acordo com as instruções do fabricante.
 Congelar pelo menos 2 horas, ou até que esteja firme o suficiente.
NOTA: se não tiverem sorveteira, podem retirar o sorvete do congelador de 30 em 30 minutos e bater (com batedeira ou varas de arame), para evitar cristais de gelo. ;)

Eu acrescentei raspa de limão e utilizei chocolate a 70%.  



Licor de Poejo - Convidei para Jantar John Stott

A decisão de aceitar a sugestão da  Carla , neste projecto da Ana, passa também pelo facto de saber que o autor contemporâneo que "convidei para jantar" gostava de passar por Portugal, onde, para além de saborear a companhia de amigos, também recarregava baterias num dos seus hobbies prediletos, a observação de aves


imagem da internet
Conheci John Stott  no  Grupo  universitário que frequentava, todos o liam  e o comentavam. No entanto, eu não tinha a noção do número de livros que já tinha escrito, na presente data muito perto dos cinquenta, nem  tinha lido nenhum dos seus inúmeros artigos e, muito menos, que ia ser referenciado, em 2005, pela revista Time como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo.

O que me levou até John Stott, não foi o facto de ele ter sido mencionado várias vezes na revista Time, no Telegraph, ou em qualquer outra imprensa da actualidade ou até mesmo o facto de ter ser condecorado pela Rainha Isabel II. O que me levou até Stott foi o estimulo que me provocava as suas observações e, sem sobra de dúvida, também a sua figura simples e afável, característica que por norma encerram todas as pessoas que possuem uma enorme inteligência e uma riqueza interior fascinante.

Comecei a ler os seus livros por um título, também ele apelativo: “Crer é também pensar”. Em determinado ponto deste livro pode ler-se:

 “fé não é credulidade…ser crédulo é ser ingénuo, completamente desprovido de qualquer    critica, sem discernimento, até mesmo irracional… …é um grande erro supor que fé e a razão são incompatíveis. A fé e a visão são postas em oposição, uma à outra, nas Escriturasmas nunca a fé e a razão. Pelo contrário, a fé verdadeira é essencialmente racional, porque se baseia no carácter e nas promessas de Deus.
…Fé não é optimismo.  Fé é uma confiança racional, uma confiança que, em profunda reflexão e certeza conta com o facto de que Deus é digno de todo o crédito.
 …Assim, pois, a fé e o pensamento caminham juntos, e é impossível crer sem pensar. CRER É TAMBÉM PENSAR. (sic)
Poderia continuar a partilhar convosco um pouco mais. Mas, opto por vos deixar aqui  a oportunidade de, caso não conheçam, descobrirem John Stott... quem sabe se não se sentem tentados a ir até Londres e a visitarem o Instituto que fundou e de que foi presidente... 

Para este jantar um licor especial:


Licor de Poejo

Ingredientes

  • Poejo
  • 1litro de aguardente (boa qualidade)
  • 1 Kg açúcar
  • 1 litro de água
  • Tempo (o ingrediente mais importante para o sucesso J)


Preparação:
  1. Deixar o poejo secar durante 2 ou 3 meses
  2. Cortar aos pedaços e deixar em infusão em aguardente (não encher totalmente o frasco). O tempo de efusão é sensivelmente dois meses (num local sem luz)
  3. Levar a água e o açúcar ao lume e deixar ferver até fazer bolhinhas e espuma à tona
  4. Retire do lume  e deixe arrefecer
  5. Quando estiver completamente frio, deite a infusão de aguardente e poejo, previamente coada
  6. Provar...se achar que está muito forte...pode juntar mais a água e açúcar (depois de preparado como se refere em 3).


estiveram à mesa todos estes escritores

Nota: 
Este magnifico Licor só foi possível graças a duas colegas minhas:

a) Celeste Miguel, que partilhou a receita da sogra;
b) Custódia Soares que, num dos seus fins de semana por terras Alentejanas (Safara) colheu o poejo indispensável

A ambas o meu  obrigada JJ



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